Sebos
uma verdadeira riqueza para escritores Fiquei deslumbrada com o arsenal obras
que encontrai visitando Sebos no Recife. Todo escritor é bom leitor e não há um
escritor que não busque o passado. Para entender o presente precisamos buscar o
passado. Um proprietário de Sebo disse que noventa e cinco por cento dos Sebos
do Recife estão reunidos na Estante Virtual e para ter acesso ao acervo basta
se cadastrar: http://www.estantevirtual.com.br Geralmente procuramos obras
raras em sebos, livros autografados, primeiras edições, esses tem um custo
maior por seu valor histórico.
Encontrei
tantos livros que me interessavam. Vou listar alguns: “O Estudo sobre o sistema
sesmarial” de Costa Porto. “Chrônicas da vida brasileira” de Plínio Salgado. “O
cavaleiro de Itararé” 2ª ed. Pela José Olympio. “O Turbilhão” de Coelho Neto,
edição do centenário 1864 -1964 esse livro esta na estante de obras raras. De
Patativa do Assaré, “Cante lá que eu canto cá” 5ª edição Vozes, também em obras
raras. Gustavo Barros (da Academia Brasileira de Letras) “Historia Militar do
Brasil”. “Documentário do Nordeste” de Josué de Castro, ed. José Olympio.
Catullo da Paixão Cearense “Poemas escolhidos”. Mário Sette “Arruar – histórias
pitorescas do Recife Antigo”. “ABC de Castro Alves”. Portinari “Poemas”. Sobre esses
dois livros: o primeiro estava numa posição na estante de obras rara que não
deu para fotografar o autor e o segundo, por curiosidade de saber que o famoso
pintor Portinari escreveu também poemas.
“O Livro dos repentes” organizado por Jaci Bezerra
e Ézio Rafael. “Innocentes e culpados” (inocentes com dois Ns) de Gilberto
Amado. “O meu Sertão” Catullo da Paixão Cearense. “Poemas de 1922” de Ascenso
Ferreira. Gustavo Barroso “Praias e Várzeas – alma sertaneja”. “Violas e
repentes” de F. Coutinho Filho. “Terra dos Chucurus” e “O Sertão que eu conheci
em 1979” ambos de Bezerra e Silva. “As sete portas da Bahia” de Carybé. “Olinda
na formação da Nacionalidade”, “Alagados, mocambos e mocambeiros” ambos na
estante de obras raras estava não visualizei os nomes dos autores.“A década 20
em Pernambuco” de Souza e Barros. Muitos títulos sobre o movimento
cangaceiristico: “Lampião e suas façanhas” de Bezerra e Silva. “No tempo de
Lampião” de Leonardo Mota. “Lampião” de Rodrigues de Carvalho. “Lampião e os
meninos” de Cláudio Aguiar. “Visitando Quelé em 1981” de Bezerra e Silva. “O
incrível mundo do cangaço” de Antonio Vilela de Souza. Visitar Sebos pode não
parecer, mas é uma ótima opção de diversão e descoberta.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.