Da
profusão das cores ao inimaginável de todos os tons nas pinceladas de Juraci Juseé
Semana
passada, visitei o artista plástico Juraci Juseé em sua residência, que é
também o seu ateliê, seu reduto e pude apreciar a ousadia da plástica que ele
imprime em suas telas e que o lança em uma nova fase, marcada por uma estética
única, culminando num abstracionismo requintado e numa acentuada noção de
contemporaneidade.
Como
escritora, me aproprio da linguagem e torno-me pintora também, quando submeto à
arte a minha crítica, porém essa é uma tarefa difícil porque a arte esta nos
olhos do fruidor, por isso o meu empenho em oferecer ao público com palavras a
oportunidade do meu leitor experimentar de perto a força de um trabalho que,
acima de tudo, se pretende notável. Essa tradução é difícil. Não é fácil. Pois
nas telas que compõem a nova fase de Juseé, as partes dialogam através de
costuras de cores com predominância para o azul. Essa nova fase é inspirada no
oriente e surge como uma interrogação em busca de resposta que pairam no ar.
Essa nova fase repleta de artisticidade e esteticidade é oferecida a Swami.
Juseé internaliza os aspectos psicológicos dessas cores para
daí buscar novas cores que vão sendo misturadas por ele e plasmadas nas telas
sempre buscando dá ao seu trabalho artístico, características próprias,
sobretudo com o emprego do jogo de cores ora mais forte ora menos, assim a obra
ganha visibilidade. Disse o artista ter se inspirado no oriente para uma
plástica única dotada de originalidade incomparável. As obras de Jussé
encontram-se a venda e a visitação no seu ateliê, localizada a Rua
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